Faz Sentido

É o campo, onde a semente da Fé e da vocação é alimentada para crescer saudavelmente.

Bem-vindo ao Faz Sentido

FAZ SENTIDO

Igreja Católica

Casa e Escola de Comunhão

Deus, infinitamente perfeito e bem-aventurado em Si mesmo, na Sua bondade, criou o Homem à Sua imagem e semelhança. Para reunir todos os dispersos pelo pecado, enviou o Seu Filho Jesus Cristo, como Redentor e Salvador na plenitude dos tempos. N’Ele e por Ele a todos chama, no Espírito Santo, a sermos Seus filhos adotivos. Para que a Sua mensagem chegasse a todos os povos enviou os seus Apóstolos a anunciar o Evangelho. Aquele que, com a ajuda de Deus, aceita livremente o convite de Cristo é também impelido a anunciar a Boa Nova.

 

 

Seguindo a revelação e tradição, em obediência ao Papa, Bispo de Roma, sucessor de Pedro, todos os fiéis em Cristo são chamados a anunciar e viver a fé, na partilha fraterna, celebrando a liturgia e na oração. Esta é a Igreja Católica, casa e escola de comunhão.

 

Diocese de Braga

A Alegria do Anúncio do Evangelho

Braga, como Diocese, data do século III, sendo conhecido do primeiro período da sua história apenas o Bispo Paterno cujo nome figura nas actas do I Concílio de Toledo de 400. Já neste primeiro período tinha dignidade metropolítica. Do período suévico-visigótico conhecem-se os nomes de 12 Prelados bracarenses. Quando da invasão muçulmana, Braga ficou no domínio dos infiéis e os seus bispos passaram a residir em Lugo. Após a reconquista cristã, mesmo antes da fundação da Monarquia, foi definitivamente restaurada a Arquidiocese (1070). A longa série de arcebispos de Braga inclui santos canonizados como Martinho (569-579) e Frutuoso (656-689) de Dume e Braga, Rosendo (927-951) de Dume, Mondonhedo e Celanova, e Geraldo (1096-1108) de Braga. Destaque ainda para D. Frei Bartolomeu dos Mártires (1559-1581), figura de proa no Concílio de Trento. Desde há séculos que o arcebispo de Braga usa o título de "Primaz das Espanhas". Entre o século XV e finais do século XVIII usou, com significado efectivo, o título de "Senhor de Braga".

 

 

Missão

O Seminário Arquidiocesano de Braga

O Seminário Arquidiocesano de Braga é a casa própria para a formação dos candidatos ao Presbiterado. É sua missão ir ao encontro, fazer a proposta de uma caminhada de discernimento, ajudar num modo concreto de responder a Deus. Sendo espaço material, representa um espaço espiritual de processo formativo pelo qual o chamado por Deus ao sacerdócio, pelo Sacramento da Ordem, se torne imagem viva de Cristo Cabeça e Pastor da Igreja. Propõe-se, igualmente, estimular as vocações nas famílias, paróquias assim como em toda a sociedade.

 

Valores

Os valores apresentam-se como orientadores para uma compreensão e vivência do caminho que é proposto. Não se esgotam neste conjunto apresentado. São, porém, pequenos pontos de reflexão sobre a vocação e o seu sentido, bem como a formação dos futuros sacerdotes, a necessidade de promoção das vocações sacerdotais e a permanência em Deus pela graça recebida. É assumir a paternidade pastoral, espiritual: dar vida.

 

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Promoção mais Intensa das Vocações Sacerdotais

Promoção mais Intensa das Vocações Sacerdotais

«O dever de fomentar as vocações pertence a toda a comunidade cristã, que as deve promover sobretudo mediante uma vida plenamente cristã; mormente para isso concorrem quer as famílias, que animadas pelo espírito de fé, de caridade e piedade, são como que o primeiro seminário, quer as paróquias, de cuja vida fecunda participam os mesmos adolescentes. Os mestres (…) se ocupam da educação das crianças e dos jovens. Os sacerdotes manifestem o máximo zelo em favorecer as vocações» (OT 2).

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“Dar-vos-ei pastores segundo o Meu coração” (Jer 3, 15)

“Dar-vos-ei pastores segundo o Meu coração” (Jer 3, 15)

«Com estas palavras do profeta Jeremias, Deus promete ao seu povo que jamais o deixará privado de pastores que o reúnam e guiem:  “Eu estabelecerei para elas (as minhas ovelhas) pastores, que as apascentarão, de sorte que não mais deverão temer ou amedrontar-se” (Jer 23, 4). A Igreja, Povo de Deus, experimenta continuamente a realização deste anúncio profético e, na alegria, continua a dar graças ao Senhor. Ela sabe que o próprio Jesus Cristo é o cumprimento vivo, supremo e definitivo da promessa de Deus: “Eu sou o Bom Pastor” (Jo 10, 11)» (PDV 1).

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Permanecer fiéis à graça recebida!

Permanecer fiéis à graça recebida!

«Por este motivo, a confiança total na incondicionada fidelidade de Deus à Sua promessa está ligada na Igreja à grave responsabilidade de colaborar com a acção de Deus que chama, de contribuir para criar e manter as condições nas quais a boa semente, semeada pelo Senhor, possa criar raízes e dar frutos abundantes. A Igreja nunca pode deixar de pedir ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe (cf. Mt 9, 38), de dirigir uma clara e corajosa proposta vocacional às novas gerações, de as ajudar a discernir a verdade do chamamento de Deus» (PDV 2).

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Alguns aspetos mais urgentes da formação espiritual nos Seminários

Alguns aspetos mais urgentes da formação espiritual nos Seminários

«Na alma do jovem dos nossos dias a necessidade das coisas espirituais toma natural e geralmente a forma de procura inquieta de uma razão de viver que o mundo que o rodeia não lhe oferece. O mundo deixa-o assim diante da vida privado daquilo que lhe daria um sentido. Nós sabemos pela fé, que esta razão de viver é Cristo e nenhum outro. O jovem que aspira ao sacerdócio começou a compreendê-lo (…) pede ao Seminário que o torne capaz de prestar este serviço» (Congregação Para a Educação Católica).

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A formação teológica dos futuros sacerdotes

A formação teológica dos futuros sacerdotes

«Pela sua própria natureza, a teologia leva ao encontro pessoal com Deus, suscitando em quem ensina ou estuda um estímulo à oração e á contemplação. A espiritualidade que nasce de uma vida de fé, é como uma dimensão interna da teologia, à qual dá um sabor sobrenatural. Por outra parte, para uma vida espiritual mais intensa e uma adequada preparação pastoral, é necessário um ensinamento científico sério, sem o qual para nada valem casuais adaptações ascéticas e pastorais» (Congregação para a Educação Católica).

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Papa Francisco: nós, padres, temos de ser pais

Papa Francisco: nós, padres, temos de ser pais

«Nos querem assim, pais, com a graça da paternidade pastoral (…) quando um homem não tem esta vontade, algo falta nesse homem. Algo não funciona. Todos nós, para ser plenos, maduros, devemos sentir a alegria da paternidade: também nós os celibatários. A paternidade é dar a vida aos demais, dar vida, dar vida... Para nós, será a paternidade pastoral, a paternidade espiritual: mas é dar vida, converter-se em pais» (Papa Francisco, homilia 26-06-2013).

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Ir contra a corrente

Ir contra a corrente

«Sim, jovens, ouvistes bem: ir contra a corrente. Isso fortalece o coração, já que “ir contra a corrente” requer coragem, e o Senhor nos dá essa coragem. Não há dificuldades, tribulações, incompreensões que possam nos meter medo se permanecermos unidos a Deus como os ramos estão unidos à videira, se não perdermos a amizade d’Ele, se lhe dermos cada vez mais espaço na nossa vida» (Papa Francisco, homilia 28-04-2013).

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