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COM ESPERANÇA «DEIXARAM LOGO» TUDO

"Sim! É difícil. Vivemos tempos em que somos desafiados a arrependermo-nos e a acreditar. Vivemos tempos de grande esperança, colocando de lado as desconfianças. Quem acredita, «parte e parte-se» dando sempre a alegria de uma vida realizada na gramática da confiança."

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Oração

17 de Abril de 2018

É-nos difícil deixar «logo as redes» e segui-Lo.
Sim! É difícil. Vivemos tempos em que somos desafiados a arrependermo-nos e a acreditar. Vivemos tempos de grande esperança, colocando de lado as desconfianças. Quem acredita, «parte e parte-se» dando sempre a alegria de uma vida realizada na gramática da confiança. Quem acredita, semeia a confiança. «Confia que só há vida estando de esperanças e vivendo de esperanças». Quem acredita, semeia a esperança e caminha.

Foi com este espírito, que no passado dia 22 de Março, a Comunidade do Seminário Conciliar, juntamente com a Comunidade dos irmãos Espiritanos viveu um momento singular, com a Celebração Penitencial da Quaresma, no qual os seminaristas tiveram a oportunidade de viver o Sacramento da Reconciliação, que faz encontrar a esperança onde menos se espera.

Ao meditarem nas palavras de Mateus, onde Jesus passeava junto ao mar e viu Simão e André, Tiago e João a trabalharem nas redes, os presentes foram convidados pelo diretor espiritual, o Pe. Afonso, que presidiu à celebração, a tirarem o olhar das «redes rompidas do quotidiano» e a fixarem-no noutros horizontes e a deixarem que Cristo «continue a querer passear nas praias de cada um e a querer subir para nas barcas da vida de cada um».
Na celebração, perceberam que em Deus não há vidas esquecidas, não há olhares esquecidos, não há olhares distantes, não podem haver olhares fingidos, pois Ele é o «verdadeiro olhar». Ainda que haja trabalho no conserto das «redes da vida» e se possam perder na azáfama do dia-a-dia Ele não deixa de nos olhar, não deixa de estar atento e presente, não deixa de nos lançar a semente do Amor que conforta e acompanha, não deixa de ser Semente de Esperança que é sentido e dá sentido ao caminho. Com a colaboração de outros sacerdotes puderam viver mais intensamente este momento, olhando as «redes rompidas» e viverem com mais entusiasmo, autenticidade o caminho vocacional.

Terminado este momento singular, houve ainda um tempo de convívio. Ainda é-nos difícil deixar «logo as redes» e segui-Lo?


Ângelo Machado, 5º ano