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Instituições no ministério de Acólito 2019

Neste sentido, enquanto «destinado de modo particular para o serviço do altar, o Acólito há-de procurar conhecer o que diz respeito ao culto divino e compreender o seu significado íntimo e espiritual, de modo que, em cada dia, se ofereça a si próprio totalmente a Deus e, por sua atitude grave e respeitosa, seja para todos exemplo no templo sagrado, amando sinceramente o corpo místico de Cristo ou povo de Deus, sobretudo os fracos e os doentes» (Ministeria Quaedam VI).

Instituições no ministério de Acólito 2019

Instituições no ministério de Acólito 2019

Instiuições

01 de Fevereiro de 2019

No passado dia 27 de janeiro, a comunidade do Seminário Conciliar de Braga teve a Instituição no Ministério de Acólito de três seminaristas da Arquidiocese de Braga: Jorge Miguel Ferreira Rodrigues, da Paróquia de S. João Batista de Nogueira, Arciprestado de Braga; Paulo António Marques Pereira, da Paróquia de Sta. Marinha de Covide, Arciprestado de Terras de Bouro, e Pedro Joaquim Antunes, da Paróquia de Sta. Maria de Bouro, Arciprestado de Amares. Este foi um dia duplamente alegre, porque, para além desta Instituição, a Igreja Portuguesa recebeu a feliz notícia de que Portugal seria o próximo destino das Jornadas Mundiais da Juventude a realizar em 2022; portanto, foi um dia que se revestiu também de uma singular importância por todas estas graças recebidas.

Sobre os ministérios, a Carta Apostólica Ministeria Quaedam diz-nos que «A Igreja instituiu, já em tempos antiquíssimos, alguns ministérios, com o fim de render a Deus o devido culto e de prestar serviços ao povo de Deus, segundo as suas necessidades. Por meio desses ministérios eram confiadas aos fiéis funções da sagrada liturgia e da caridade, que eles haviam de exercer de maneira adequada às diversas circunstâncias. A colação destes encargos fazia-se, muitas vezes, com um rito peculiar, em virtude do qual o fiel, mediante uma bênção implorada de Deus, ficava constituído numa classe ou grau determinado, para desempenhar algum ofício eclesiástico».

Na homilia, D. Jorge Ortiga, celebrante principal da celebração, manifestou a sua alegria por as Jornadas Mundiais da Juventude se realizarem em Portugal, alertando para o facto de essa ser uma grande responsabilidade. Dirigindo-se aos seminaristas que se preparavam para receber o ministério, desafiou a que os acólitos vivessem o seu ministério, não apenas à volta do altar, mas também a que o procurassem viver na comunidade, estando disponíveis para o serviço nas mais diversas situações e exigências que vão surgindo.

A celebração teve como lema o conselho de Jesus aos discípulos: “Aquele que quiser ser o primeiro dentre vós, seja servo de todos” (Mc. 10, 44). O acólito é chamado ao serviço do altar; portanto, se quer ser grande, deve procurar crescer no serviço e na disponibilidade, para uma vivência mais profunda do seu ministério, à semelhança do Evangelho.

Neste sentido, enquanto «destinado de modo particular para o serviço do altar, o Acólito há-de procurar conhecer o que diz respeito ao culto divino e compreender o seu significado íntimo e espiritual, de modo que, em cada dia, se ofereça a si próprio totalmente a Deus e, por sua atitude grave e respeitosa, seja para todos exemplo no templo sagrado, amando sinceramente o corpo místico de Cristo ou povo de Deus, sobretudo os fracos e os doentes» (Ministeria Quaedam VI).


Paulo Pereira, 5º ano