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Solenidade de São Martinho de Dume

Para assinalar devidamente esta festa litúrgica, o Sr. Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, presidiu à celebração na Sé Catedral. Nela expressou que “não bastam os discursos, mas exigem-se medidas concretas, que garantam tanto quanto possível um clima sem grandes perturbações”. Defendeu, assim, que é necessário e legítimo “esperar novas políticas a nível governamental e autárquico que garantam um futuro mais tranquilo” e salvaguardando o respeito pela natureza, tendo em conta os incêndios avassaladores que atingiram o nosso país. Fez também referência às Cáritas Diocesanas, sublinhando que é necessário, juntamente com a Cáritas Nacional, “confiar nas instituições que estão no terreno e prestam assistência”.

Solenidade de São Martinho de Dume

Solenidade de São Martinho de Dume

Solenidade de São Martinho de Dume

22 de Novembro de 2017

No dia 22 de outubro, celebrou-se a solenidade de São Martinho de Dume, padroeiro principal da Arquidiocese de Braga e um dos mais ilustres prelados que passaram pela cadeira primacial bracarense.

Para assinalar devidamente esta festa litúrgica, o Sr. Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, presidiu à celebração na Sé Catedral. Nela expressou que “não bastam os discursos, mas exigem-se medidas concretas, que garantam tanto quanto possível um clima sem grandes perturbações”. Defendeu, assim, que é necessário e legítimo “esperar novas políticas a nível governamental e autárquico que garantam um futuro mais tranquilo” e salvaguardando o respeito pela natureza, tendo em conta os incêndios avassaladores que atingiram o nosso país. Fez também referência às Cáritas Diocesanas, sublinhando que é necessário, juntamente com a Cáritas Nacional, “confiar nas instituições que estão no terreno e prestam assistência”.

Lembrou ainda, citando S. Paulo, que “a atividade da fé, o esforço da caridade e a firmeza da esperança” devem ser o caminho de um cristão; a caridade deve ser o estatuto de vida de cada fiel, já que “sem caridade o mundo torna-se um inferno”.

No que diz respeito às missões, pediu aos fiéis para serem sempre generosos, apelando a que, à imagem de S. Martinho, “sejamos discípulos missionários que acreditam na presença e na esperança que Cristo oferece e se comprometem como profetas da esperança para um mundo mais solidário e mais irmão”; e concluiu realçando que, como S. Martinho, devemos descobrir a “vocação de sermos discípulos e discípulos missionários”.

João Santos