Faz Sentido

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Seminário Maior

PROJETO EDUCATIVO

"É local de descoberta, de encontro, de aprendizagem, de assimilação e configuração com Cristo, Bom Pastor. ”

Bruno Barbosa. São Tiago de Poiares, Ponte de Lima

Ano Zero

Ano Propedêutico

O ano propedêutico reveste-se de uma experiência pedagógica para quem chega ao Seminário Conciliar de Braga e ainda não está completamente preparado para enfrentar os desafios da formação Teológica. Será um ano já de encontro com o seu chamamento e de preparação para a caminhada de formação. Para além de toda a envolvência e inserção na comunidade de seminário, o ano propedêutico será vivido em uma residência e vida comunitária própria integrando, desde logo, na vida em comunidade.

Ano Zero

O período propedêutico tem, essencialmente, como finalidade inscrever-se de um caracter prévio para o seminário maior. É uma preparação espiritual cultural e humana.

Ano Um

Chegada à comunidade Seminário

Este será o seu primeiro ano de seminário, o seu primeiro ano como seminarista. Este é um ponto importante na vida de quem decide começar o caminho que Deus lhe pede. É um ano marcado pela integração, a integração na comunidade de seminário, em todas as suas vivências, em todas as suas dimensões. Porém, é de igual modo uma integração da pessoa que é o seminarista, que se prepara para um caminho. O ano um está integrado no chamado biénio, do qual fazem parte o primeiro e o segundo ano de seminário. É o primeiro ano de um discernimento maturado.

Integração

Esta será uma integração na nova comunidade de seminário, assim como uma integração da própria pessoa que é o seminarista.

Ano Dois

Caminho de discernimento

O projeto iniciado no primeiro ano foi, no essencial e para além da integração, o de discernimento, da sua vocação, da sua vida, das suas razões, da escuta de Deus. O caminho iniciado começa a despertar o seu sentido. No encontro de si mesmo e do passo que o espera para o ano seguinte, o seminarista fará o seu caminho de discernimento. Desta forma estará cada vez mais preparado para o encontro com o caminho que Deus tem para si. O segundo ano completa o ciclo biênio, fase de maior amadurecimento e de preparação para um renovado sim no seu caminho que será já com uma postura mais assertiva.

Discernimento

Seguindo o caminho iniciado no primeiro ano de seminário, o segundo ano será de oportunidade para a consolidação das suas razões no seminário. Integra-se um dos objetivos do biénio: o discernimento vocacional.

Ano Três

Nenhum caminho será longo

O terceiro ano é um ano de mudança. Espera-se que o seminarista comece a ter mais claro a sua vocação, assim como o caminho que segue. O projeto tem renovado sentido, assim como a responsabilidade. É um ano intermédio na sua formação.

É um ano em que é desafiado a peregrinar, a continuar o caminho, a não ficar parado ou indeciso. Requer-se atitude firme. À imagem da igreja peregrina, também o seminarista é convidado a peregrinar.

A peregrinação terá sempre Cristo como alimento. Está já em preparação para o ano seguinte onde irá receber o primeiro ministério. É mais uma motivação no caminho da sua peregrinação à vocação primordial.

Peregrinação

Depois de ser feito o discernimento inicial, importa que o seminarista se motive para continuar o caminho vocacional, isto é, que seja um verdadeiro peregrino.

Ano Quatro

Ministério de Leitor

O quarto ano fica marcado por um acontecimento muito significativo para o seminarista: recebe o ministério de leitor. É o seu primeiro ministério no caminho de seminário, logo o seminarista acolhe-o com grande alegria mas ciente da responsabilidade do que está a receber. O terceiro ano deu início ao quadriénio, ou seja, os quatro anos que se seguem ao biénio: do terceiro ao sexto. Esta é também a marca de um compromisso cada vez maior, consigo mesmo e com o caminho que lhe é proposto. O ministério de leitor vai requerer uma vida, que já acontecia, mas cada vez mais alicerçada na Palavra de Deus. Na sua observância, assim como na responsabilidade e a alegria de a comunicar à comunidade.

Purificação pela Palavra

É o ano em que recebe o ministério de leitor, e lhe é proposta uma vida mais alicerçada na Palavra de Deus.

Quinto Ano

Eucaristia como Alimento

A Eucaristia sempre aparece como central na vida de qualquer Cristão. Para o seminarista não é diferente. A frequência diária da Eucaristia é já sinal disso mesmo. A diferença que surge no quinto ano é que a Eucaristia é proposta como serviço, na preparação daquilo que vai ser a sua vida na entrega a Deus e ao próximo. Acolher o ministério de acólito, que se recebe no quinto ano, é acolher este primeiro chamamento ao serviço. Todo o caminho de seminário começa a revelar o seu propósito: o serviço. O quinto ano é, de igual modo, marcante para os seminaristas uma vez que terminam o seu percurso académico. Grande parte da sua formação fica concluída com o quinto ano.

Serviço

É o ano em que o seminarista recebe o ministério de acólito, e lhe é proposto uma vida mais alimentada a partir da Eucaristia.

Sexto Ano

Postos ao Serviço

O final do sexto ano é marcado por sentimentos diferentes: a alegria da ordenação diaconal e a saudade que começa a surgir do Seminário. Este é efetivamente o ano do compromisso, um compromisso que é sério e não como experiência para a ordenação sacerdotal.

Ao longo do sexto ano a formação passa a ser efetuada no próprio edifício do Seminário, finda que está a formação académica, ou seja, o Mestrado Integrado em Teologia. A formação do sexto ano reveste-se de um caracter mais prático e de preparação para o envio.

Finalmente, a ordenação diaconal, o compromisso firme e solene feito com Deus e com os irmãos para toda a sua vida. A ordenação diaconal de um seminarista tem, quase invariavelmente, como perspetiva a ordenação sacerdotal.

Compromisso

Pretende-se que a ordenação de Diácono seja preparada e vivida como uma ordenação para servir a Igreja. Não é uma experiência de ordenação.

Sétimo Ano

A Experiência do Serviço

Feito um caminho de formação e preparação no Seminário Conciliar, é chegada a hora de partir em missão. O sétimo ano é o ano de estágio numa comunidade paroquial, em situação real onde colocará todo o seu percurso de formação e se entregará na sua missão.

O sétimo ano é assim um primeiro contacto e forma de adquirir experiência para, após a ordenação sacerdotal, poder assumir as comunidades paróquias que lhe forem atribuídas pelo seu bispo, assim como demais tarefas. As quatro dimensões que foi desenvolvendo no seminário serão fulcrais para a sua função.

É um novo tempo que chega, aquilo que acolheu para si no seu diálogo com Deus. O seminário representou esse tempo de formação, crescimento nas dimensões e diálogo com Deus para a sua vocação. Agora está pronto para ser enviado em missão.

Enviados em Missão

Pretende-se que nas paróquias de estágio, o Diácono possa elaborar um projeto que contemple a criatividade. Seja abrangente e toque, como síntese da caminhada, as 4 dimensões do projeto formativo do sacerdócio: humana, espiritual, intelectual e pastoral.